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Agricultura

Produção de cafés especiais e broca-do-café em debate em Venda Nova

Foto: Google

Broca-do-café é o nome popular do besouro cuja larva se alimenta das sementes do cafeeiro. O nome científico é Hypothenemus hampeiinseto coleóptero da família dos escolitídeos, que perfura os frutos do cafeeiro, onde deposita seus ovos; ao eclodirem, as larvas se alimentam das sementes, destruindo-as completamente ou danificando-as.

É originário da África e espalhou-se por quase todas as regiões produtoras de café (inclusive o Brasil).

A broca-do-café está causando muitos prejuízos à cafeicultura da região das montanhas capixabas em função das condições climáticas que propiciam sua multiplicação. Indicativos mostram que a praga pode se tornar incontrolável na safra 2019/2020.

Para orientar os cafeicultores da região, a Associação dos Produtores de Cafés Especiais das Montanhas do Espírito Santo (Acemes), o Incaper, a Seag, a Prefeitura de Venda Nova e parceiros promovem o seminário “Produção de Cafés Especiais e a Broca-do-Café”, nesta quinta-feira (09), a partir das 14h, no auditório do Senac.

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Agricultura

Produtores esperam colheita de mexerica ponkan 20% maior em 2018 em Conceição do Castelo

Produtores de tangerina de Conceição do Castelo, na Região Serrana , preveem uma colheita 20% maior da fruta em 2018, comparada à do ano anterior. Segundo eles, o aumento aconteceu devido ao clima favorável.

“A produção é muito boa. Vai ser bem mais que no ano passado. Tem ano que aperta um pouco, mas esse ano foi bom. O clima foi bom, choveu bem. Então, ficou muito bom”, disse o produtor Ademar Zanão.

Há 22 anos, ele trabalha com tangerina, em cinco hectares de plantação. De lá, vão sair cerca de 100 toneladas da fruta.

O engenheiro agrônomo do Incaper, Sabastião Gomes, falou do benefício da produção. “É uma fonte extra de renda que o produtor tem. É a importância que a gente cita da diversificação de culturas também como fonte de arrecadação para o município”, destacou.

Roberval Bravim também produz tangerina e a safra deste ano também está maior que a do ano anterior para ele. No entanto, com mais frutas para vender, o preço diminui.

Ele contou que começou a colher mais cedo que o normal, no início de abril, e chegou a vender por R$ 30 uma caixa de 20 kg. Atualmente, com a grande colheita de todos os produtores, uma caixa é vendida por R$ 10.

Para 2019, Roberval começou a investir num sistema de irrigação diferente. “É tentar adiantar um pouco, chegar mais cedo no mercado, porque não tem tanta oferta do produto no mercado. Não tendo tanta oferta, o preço é melhor”, falou.

De lá, está prevista a saída de 120 toneladas de tangerina. “Ceasa, Marataízes e uma parte para o Rio de Janeiro”, destacou.

Fonte: G1

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